A importância de um especialista no tratamento da dor de cabeça crônica

Todos nós já sentimos aquela dorzinha de cabeça chata depois de um dia cansativo, não é mesmo?

Por ser algo recorrente na rotina da maioria das pessoas, a tendência é que essa dor de cabeça não seja levada tão a sério. Grande parte da população recorre a farmácia, compra um analgésico e se medica por conta própria.

O primeiro ponto a compreender é que a dor de cabeça não deve ser encarada como algo natural, especialmente quando ela aparece com frequência.

Além disso, se medicar por conta é perigoso e não resolve o problema, apenas o “esconde” momentaneamente. O ideal é procurar um especialista na área, pois uma simples dor de cabeça pode esconder algo mais grave.

Automedicação pode agravar o quadro de cefaleia, procure um especialista

Existem diversos tipos de cefaleias, cerca de 150. As mais comuns são a cefaleia crônica diária, a cefaleia tensional e a enxaqueca. Têm, ainda, as dores causadas por sinusite, problemas oculares, toxinas, e etc.

Sozinhos não somos capazes de diagnosticar o tipo de dor e assim, optamos por tratar as diferentes cefaleias como uma coisa só.

Sendo assim, o indivíduo nunca trata o real problema, apenas diminui a dor temporariamente. E este não é o único mal causado pela automedicação, os malefícios dessa ação vão além, podendo, inclusive, piorar e tornar crônica a sua dor.

Cada quadro pede um tratamento específico, que é conduzido por um determinado especialista. Portanto, sempre consulte um profissional!

Tratamentos para a cefaleia

Antes de iniciar um tratamento, o especialista fará um diagnóstico minucioso para identificar os fatores que desencadeiam e intensificam as crises de dor.

Supondo que o seu tipo de dor de cabeça seja tensional, um dos fatores podem ser contrações musculares na região cervical e da face, como o temporal e o masseter.

Já que citamos a cefaleia tensional, outro fator que pode desencadeá-la é o bruxismo de vigília. Bruxismo é o ato de apertar, esfregar ou ranger os dentes entre si.

A maioria das pessoas acreditam que essa atividade costuma ocorrer à noite, porém o bruxismo diurno (vigília) também é muito comum. Uma das maneiras de fazer este diagnóstico é por meio de um exame chamado eletromiografia.

Como funciona a eletromiografia

A eletromiografia é um dos exames utilizados para o estudo da função muscular. Ele é feito através de um aparelho chamado eletromiógrafo, que mede a atividade elétrica dos músculos em questão.

Esse exame está inserido dentro de um conceito terapêutico, o biofeedback, muito utilizado no controle de várias dores crônicas como as cefaleias.

Após esta análise, é possível entender o comportamento dos músculos e detectar disfunções faciais. A eletromiografia pode ser aplicada em várias áreas da saúde: quando aplicada na odontologia, sua função é auxiliar o especialista no diagnóstico do bruxismo e disfunções temporomandibulares (ATM) – algumas das causas da cefaleia tensional.

Como tratar a cefaleia tensional causada por bruxismo de vigília

Em geral, o tratamento para a dor de cabeça tensional é associado ao uso de medicamentos e de terapias físicas, porém, hoje já existem tratamentos inovadores no mercado como é caso do tratamento LIVA, com o Dispositivo Interoclusal de Vigília (DIVA®).

Este método não invasivo, não medicamentoso e totalmente reversível não apresenta praticamente nenhuma contraindicação e tem se mostrado muito eficaz no controle deste hábito tão prejudicial que é o bruxismo de vigília.

O dispositivo é formado por uma mini placa que fica presa nos dentes posteriores. Ela monitora, em tempo real, os apertamentos dentários.

Desta forma, o paciente passa a ter consciência do tensionamento da mandíbula e, após 60 dias, em média, consegue revertê-los. É importante reforçar que apenas um especialista habilitado no método LIVA pode realizar esse tratamento.

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